Mostrando postagens com marcador saneamento e esgoto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saneamento e esgoto. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Rio da Madre - Matéria Notisul



Matéria publicada no Notisul
-----------------------------------------------------------------------------------------------


Clique sobre a imagem para dar zoom


www.salveoriodamadre.blogspot.com

sábado, 9 de julho de 2011

3 - Vídeo - Sr. Leodegar Tiscoski - Câmara de Vereadores de Tubarão



Comentários do Sr. Vereador Dionísio Bressan, importante o comentário quando fala que os projetos estão totalmente desatualizados!









www.salveoriodamadre.blogspot.com

2 - Vídeo - Sr. Leodegar Tiscoski - Câmara de Vereadores de Tubarão


Pergunta do Sr. Vereador Jeferson Brunato para o Sr. Leodegar Tiscoski.

O vereador diz que os projetos estão disponíveis, porém não atendem as exigências legais.







www.salveoriodamadre.blogspot.com

1 - Vídeo - Sr. Leodegar Tiscoski - Câmara de Vereadores de Tubarão


Pergunta do Sr. Vereador Ivo Stapazzol para o Sr. Leodegar Tiscoski.






www.salveoriodamadre.blogspot.com

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nota Jornal Notisul



Nota no Jornal Notisul sobre o saneamento em nossa região, São Ludgero exemplo a ser seguido!

São Ludgero - exemplo em tratamento de esgoto
Em Tubarão, não temos um modelo sustentável de saneamento básico. Falta planejamento para que a verba seja destinada para este item, prezando pela saúde e qualidade de vida. As cidades brasileiras têm um desafio urgente: investir em saneamento. O país está entre os piores do ranking mundial no tratamento de esgoto. Bem perto daqui, de São Ludgero, vem um exemplo que pode servir de inspiração para muitas cidades. Lá, tanto a área urbana quanto a rural, tem tratamento correto de esgoto doméstico e industrial - Leonildo da Silva - Tubarão.








www.salveoriodamadre.blogspot.com

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Matéria no Notisul - Faltam projetos, diz secretário Leodegar Tiscoski

Matéria publicada ontem pelo jornal Notisul sobre as palavras do Secretário Nacional de Saneamento Básico Leodegar Tiscoski na Camara de Vereadores de Tubarão.

As autoridades da cidade deveriam usar as palavras do secretário para reflexão.

“Para a realização de relatório, é necessário 1 ano. Não vou deixar R$ 50 milhões parados em uma cidade, quando temos outra com tudo pronto”, destaca.

Os projetos rejeitados estavam desatualizados e faltavam.

O projeto Salve o Rio da Madre fez 2 perguntas ao Sr Leodegar, durante esta semana vamos postar os vídeos com a suas respostas.


---------------------------------------------------------------------------------------------

Saneamento

Faltam projetos, diz secretário

O secretário nacional de saneamento ambiental do Ministério das Cidades, Leodegar Tiscoski, participou ontem de uma sessão na câmara de vereadores. A principal discussão foi de que faltam recursos federais em Tubarão.

05 de Julho de 2011 às 00:02min

Karen Novochadlo
Tubarão
“Precisamos de bons projetos”. A afirmação do secretário nacional de saneamento ambiental, Leodegar Tiscoski, resume a sua participação na sessão na câmara de vereadores ontem. De acordo com Leodegar, este seria o principal motivo de nenhuma verba ser liberada para Tubarão pelo Ministério das Cidades, exceto os R$ 5 milhões destinados à microdrenagem da margem esquerda.
O secretário destacou que uma das metas do governo estadual deste ano é buscar a realização do desassoreamento do Rio Tubarão. De acordo com Tiscoski, somente um projeto foi apresentado a ele durante a gestão e estava inconsistente.
“Na carta de consulta (breve descrição), era mencionada a revitalização da beira-rio e obras de macrodrenagem. Fora esse não há projeto”, explica Leodegar. Contudo, outros projetos já foram apresentados.
A falta de detalhamento nos projetos quanto às licenças ambientais e ao relatório de impacto ambiental (Rima) é outro problema encontrado. “Para a realização de relatório, é necessário 1 ano. Não vou deixar R$ 50 milhões parados em uma cidade, quando temos outra com tudo pronto”, destaca.
“Falta vontade política. Tubarão não mostrou competência em buscar recursos”, destacou o vereador Dionísio Bressan Lemos (PP). A redragagem do rio, que retirará pelo menos seis milhões de metros cúbicos de areia é essencial para evitar uma enchente.
De acordo com o professor Ismael Medeiros, que concedeu uma entrevista ao Notisul na edição de fim de semana, existe a probabilidade de que um evento climático, como a enchente de 1974, volte a ocorrer em 13 anos. No próximo mês, o Ministério das Cidades abrirá as portas para a solicitação dos recursos para obras de saneamento.
A outra versão
Enquanto de um lado afirmam que não existe projeto, de outro a informação é que há uma movimentação. Nos próximos dias, o secretário estadual de planejamento, Filipe Mello, deverá anunciar como será executado o projeto de redragagem do Rio Tubarão. Ele seguirá para Brasília, onde tem novo encontro no Ministério das Cidades para falar sobre o assunto.
O projeto que Mello tem em mãos é o mesmo apresentado anteriormente na capital federal. Foi desenvolvido pelo Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) e pela Cidasc em 2008.
São necessários pelo menos R$ 80 milhões para remover 6.831.455,075 metros cúbicos do fundo do rio. A obra compreende todo o trecho do manancial. São 29,7 mil metros entre a área urbana de Tubarão até a foz, em Laguna.
Tubarão chegou a pleitear a verba para redragar a área urbana de Tubarão. Mas o ministério vetou o pedido por considerar que a obra precisa ser feita em sua totalidade. E esta alteração que será promovida pelo próprio órgão agora.
Água e esgoto
A questão do saneamento ambiental em Tubarão estaria paralisada porque ainda não foi realizada a concessão do sistema de abastecimento de água e tratamento de esgoto. Portanto, o Ministério das Cidades não poderia liberar nenhuma verba. Depois de vários trâmites no Tribunal de Contas do Estado (TCE), a licitação deverá ser lançada em dois meses.
Laguna tem verba para esgoto
Enquanto Tubarão obteve R$ 5 milhões do Ministério das Cidades, referentes aos programas de aceleração do crescimento (Pac), Laguna angariou, através da Casan, R$ 38 milhões para o desenvolvimento de sistema de esgoto.









www.salveoriodamadre.blogspot.com

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Saneamento Margem Direita / Tubarão


Hoje em entrevista a uma emissora de rádio da cidade de Tubarão o secretário Nilton Campos citou vários trabalhos efetuados na cidade no que se diz respeito a estradas e saneamento básico e comentou ainda que a proposta da Prefeitura de Tubarão para sanar os problemas de cheias nos Bairros Andrino, Santo Antônio e Recife é a realização de uma nova drenagem nas tubulações que circundam estes bairro, mais precisamente na Rua Venceslau Bras próximo ao trilho que corta a Rua Aldo Hulse. Esta atividade no meu ponto de vista serve somente para escoar as águas pluviais em período de cheias, porém, não trata-se da causa raiz do problema.Uma solução mais confiável e segura seria reformulação de todo o sistema de saneamento daquela região.Não concordamos com a situação de continuidade do escoamento do esgoto não tratado no Rio da Madre , que já está totalmente poluído e o Rio Congonhas, em situação melhor ainda não totalmente poluído , porém se não for fiscalizado com maior rigor ficará na mesma situação.

Trecho da matéria publicada aqui no blog a semanas atrás - As comunidades de 90 municípios, capitais, regiões metropolitanas e cidades com população acima de 50 mil habitantes de 19 estados da federação serão beneficiadas com investimentos de R$ 4,5 bilhões em saneamento. Desse total, R$ 3 bilhões são destinados a implantação de sistemas de esgotamento sanitário e R$ 1,5 bilhão para abastecimento de água. O anúncio foi feito pelo Ministério das Cidades nesta quarta-feira (2), em Brasília, quando foi divulgada a lista dos 108 projetos selecionados para receber recursos do Programa Saneamento para Todos...Será que nossa cidade está entre estas 108?Existem projetos apresentados?A população gostaria de saber?

"Leodegar Tiscoski:Os financiamentos são para empreendimentos em água e esgoto. Foi priorizado dois terços dos recursos para esgoto e um terço para água.Os financiamentos são para empreendimentos em água e esgoto. Foi priorizado dois terços dos recursos para esgoto e um terço para água".

Precisamos envolver com maior freqüência a população nestes assuntos para salvar o que nos resta para o futuro de nossos filhos e netos!

Pedimos competência junto ao Prefeito, Secretários e Engenheiros da Prefeitura para sanar estes problemas!

Estou a disposição para ajudar!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Santa Catarina é o 11° pior em tratamento de esgoto

Santa Catarina é o 11° pior em tratamento de esgoto, diz pesquisa do IBGE
Em 2008, serviço estava presente em apenas 16% das cidades catarinenses
Divulgada na manhã desta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico de 2008 que mostra Santa Catarina como o 11º estado com pior tratamento de esgoto nos municípios. Apenas 16% das cidades catarinenses contavam com o serviço em 2008. O percentual coloca SC na 16ª posição entre as 26 unidades da federação e abaixo da média nacional, de 28,5%.

Pelo estudo, realizado com base nos dados coletados pelo instituto em 2008, SC aparece à frente de Rio Grande do Sul, Roraima, Amapá, Tocantins, Sergipe, Amazonas, Pará, Rondônia, Piauí e Maranhão — este no último lugar, com menos de 2% dos municípios com esgoto tratado. Na ponta da lista, os Estados com melhor desempenho são os da região Sudeste. São Paulo possui 78,4% das cidades atendidas pelo serviço, seguido do Espírito Santo (69,2%) e do Rio de Janeiro (58,7%).

O Estado mantém a 16ª posição quanto ao percentual de casas atendidas pela rede geral de esgoto. Em 2008, apenas 13.5% domicílios contavam com a rede coletora de esgoto. A média está bem abaixo da registrada nacionalmente, que ficou em 44%. São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais lideram o ranking, com rede de esgoto em mais de 68% dos domicílios.

Quando o critério é o percentural de municípios com a rede coletora de esgoto, Santa Catarina ganha uma posição. Fica em 15º lugar entre as unidades da federação porque a pesquisa do IBGE registrou que, em 2008, 35, 2% das cidades catarinenses contavam com o serviço. Apesar do avanço, o Estado se mantém bem abaixo da média nacional de 55, 2%. São Paulo, Espirito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais preservam as melhores classificações.

Além dos serviços de esgoto sanitário, a pesquisa avaliou o abastecimento de água e o manejo de resíduos sólidos prestados à população pelas entidades que atuam no setor.

domingo, 27 de junho de 2010

Sobre Saneamento Básico


Sobre Saneamento Básico

Brasília - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, na cerimônia de anúncio dos projetos de abastecimento de água e esgoto que receberão investimentos do PAC Saneamento Foto: Roosewelt Pinheiro/ABr

As comunidades de 90 municípios, capitais, regiões metropolitanas e cidades com população acima de 50 mil habitantes de 19 estados da federação serão beneficiadas com investimentos de R$ 4,5 bilhões em saneamento. Desse total, R$ 3 bilhões são destinados a implantação de sistemas de esgotamento sanitário e R$ 1,5 bilhão para abastecimento de água. O anúncio foi feito pelo Ministério das Cidades nesta quarta-feira (2), em Brasília, quando foi divulgada a lista dos 108 projetos selecionados para receber recursos do Programa Saneamento para Todos - Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário, da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental.O evento contou com a presença da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, do ministro das Cidades, Marcio Fortes, e de vários prefeitos e governadores.Durante a cerimônia, a ministra Dilma comparou os investimentos do PAC ao Bolsa Família, destacando que ambos são importantes fatores de inclusão social. “O Programa de Aceleração do Crescimento é um fator de inclusão social, porque investir em infraestrutura é investir em distribuição de renda e também em qualidade de vida generalizada para todos os brasileiros, independente da classe social”, afirmou a ministra, enfatizando que a gestão dos governantes deve ser avaliada também por sua capacidade de apresentar projetos em infraestrutura - e não simplesmente pela capacidade de cortar custeio. Seleção - Segundo o ministro das Cidades, Márcio Fortes, o processo de seleção pública dos projetos, iniciado em abril deste ano pela Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, priorizou ações em estágio avançado de planejamento, para que as obras sejam iniciadas o mais rapido possível. “São direcionados mais recursos para sistemas de esgotamento sanitário para ampliar a cobertura de coleta e tratamento de esgoto, inferior à rede de água”, explicou. A seleção também priorizou intervenções estruturantes, que gerem benefícios para o maior número de pessoas possível.Foram escolhidas 48 propostas de abastecimento de água, que receberão investimento de R$ 1,5 bilhão. A seleção também inclui outras 61 propostas de esgotamento sanitário, totalizando R$ 3 bilhões. Os recursos de financiamento somam R$ 3,7 bilhões oriundos do FGTS e Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), sendo que R$ 800 milhões referem-se a contrapartidas de estados, municípios e companhias de saneamento. Até agora, o montante selecionado no setor de saneamento era de R$ 29,16 bilhões, alcançando com essa nova seleção, R$ 33,66 bilhões. O total contratado é de R$ 23,8 bilhões, dos quais 75% estão em obra. Em junho passado, o presidente Lula e o ministro Marcio Fortes anunciaram investimento de R$ 4,7 bilhões do PAC Saneamento para obras de drenagem em cidades constantemente atingidas por enchentes e inundações, que beneficiam 109 municípios em 18 estados brasileiros.O engenheiro civil Leodegar Tiscoski, atual Secretário Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, é o responsável pelo Programa Saneamento para Todos, lançado nesta quarta-feira (2), em Brasília. De acordo com o técnico, os investimentos de R$ 40 bilhões são um marco na distribuição de água e tratamento de esgoto no País. Contudo, para universalizar o sistema são necessários um total de R$ 250 bilhões. Confira a entrevista. Em Questão - Quais são os principais projetos selecionados pelo Programa?Leodegar Tiscoski - Os financiamentos são para empreendimentos em água e esgoto. Foi priorizado dois terços dos recursos para esgoto e um terço para água. Com esta seleção estamos concluindo mais uma etapa do PAC Saneamento, praticamente esgotando os limites que temos atualmente do FGTS e do FAT e também do Orçamento da União. A previsão inicial dos investimentos em saneamento do PAC era de R$ 40 bilhões. Uma parte destes recursos está destinada à Funasa, do Ministério da Saúde, que é de R$ 4 bilhões. Há mais R$ 3 bilhões, do Ministério da Integração Nacional, que são ações principalmente na região do Vale do São Francisco, para a transposição do Rio. E, finalmente, o restante com a Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. Com esses recursos de R$ 33,5 bilhões, somados à Funasa e ao Ministério da Integração, estamos atingindo o valor previsto de R$ 40 bilhões previstos para investimentos em saneamento no Brasil. EQ - O que falta para a universalização do sistema de saneamento?LT - Em valores atualizados, precisaríamos de R$ 250 bilhões, ou seja, para fazer com que cada residência na área urbana tenha água tratada e coleta de esgoto corretamente destinada. O grande problema é que normalmente o esgoto é coletado e não é tratado. Mas vale ressaltar que historicamente R$ 40 bilhões é um investimento expressivo, focando principalmente o esgoto, embora ainda aquém das necessidades. Mas esse valor está movimentando o setor, com projetos, organização e até a iniciativa privada, que agora começa a se mobilizar, assim como a formação de corpo técnico. EQ - Qual o Raio X da situação de esgoto? Quantas famílias serão atendidas?LT - Temos um déficit muito expressivo. Hoje, 50% do esgoto é coletado e apenas 32% do que é gerado é tratado. Ou seja, quase 70% do esgoto no Brasil é jogado na natureza sem tratamento. Entre o investimento e o resultado o processo é muito lento. Estamos executando durante este ano a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico - PNSB, e com isso teremos uma fotografia do saneamento nas várias modalidades, para que daqui a cinco anos, quando as obras do PAC começarem a surtir efeito, tenhamos os resultados. Mas a previsão agora é de 15 a 20 milhões famílias atendidas com esses recursos do PAC. EQ - Sempre há reclamação de estragos nas ruas. O que tem sido feito para resolver essa questão?LT - A construção de uma rede de água e de esgoto naturalmente implica abrir canaletas nas ruas. Temos orientado e solicitado aos municípios que façam um planejamento para que os cortes nas ruas sejam realizados simultaneamente nos serviços de água e esgoto, drenagem, energia, cabos. Assim, evitamos fendas periódicas nas vias públicas. EQ - Habitação e saneamento trabalham juntos?LT - Temos políticas chamadas de saneamento integrado que envolvem a Secretaria de Saneamento e a Secretaria de Habitação em várias modalidades. Uma delas é a verticalização, como temos feito nas favelas. No lugar delas, construímos prédios ou assentamos as famílias em outros locais. Abrimos ruas, implementamos infraestrutura, com água, esgoto, drenagem, pavimentação etc. Então, todos esses itens fazem parte do saneamento integrado, como, por exemplo, o Complexo do Alemão, a Rocinha, Manguinhos entre outras áreas situadas no Rio de Janeiro.

Qual a parcela que foi destinada a Tubarão ? Onde foram ou serão aplicados os recursos ?Fica o questionamento no ar...